sábado, 2 de junho de 2012

Pour Mafalda, Auschwitz a été l'enfer

O que é que acontecia nestas câmaras de gaz? Diziam às pessoas que elas iam tomar exclusivamente um banho!
(Para mim, esta) foi uma viagem ao inferno. Não porque é o inferno agora, mas sim o inferno no momento em que as pessoas lá estiveram. O que elas viviam era um inferno: o trabalho forçado, o serem exterminadas, perderem as suas famílias, não serem alimentadas… Nós não sabemos o que é isso. (…) Estar no local, ver como é que eles eram tratados, o que é que eles faziam, os brinquedos todos partidos, raparem o cabelo às mulheres, ver como eram tão magros...

 É horrível mesmo, e sem dúvida que nos ajuda a desenvolver a nossa opinão, a nossa consciência e saber que temos que continuar aqui a passar o nosso testemunho para que não aconteça nada do género outra vez.

Inês pense de l'holocauste a été une erreur de l'Histoire

O Holocausto foi um erro na História e está nas nossas mãos não deixar que ele volte a acontecer. Quem era Hitler para identificar intrusos na sociedade e escolher a raça ariana como uma raça primordial?
Nós olharmos para as ruinas de crematórios , de salas de exterminação, é de facto horrível.

No entanto, o que me marcou mais não foi a nossa ida ao campo de concentração, foi o teatro, que era com maquetezinhas, em que o cenário estava montado no chão, (…) e que retratava um dia no campo de concentração. E nós conseguíamos ver (os presos) a apanharem choques no arame farpado quando tentavam fugir, a serem espancados…

Eu deixo aqui a questão: será que um dia isto voltará a acontecer? Isto foi horrível, foi uma atitude desumana, nunca mais pode voltar a acontecer!

Katarina valorise les témoignages des survivants

À entrada de Auschwitz I, a placa ("Arbeit macht frei" - o trabalho liberta) quer dizer o trabalho torna-nos livres. As pessoas que iam para aqueles campo nunca mais sairiam de lá. Era para cumprir trabalhos forçados. A ideia dos Alemães era acabar com aquela raça. Portanto, é difícil compreendermos o motivo de eles dizerem que os trabalho os ia tornar livres.

Em Auschwitz I, vimos 2 toneladas de cabelo de mulheres, 48 000 pares de sapatos, roupas de crianças, os brinquedos delas partidos… e leva-nos a pensar, na minha opinião, como é que o homem fez uma coisa tão cruel e foi capaz de fazer isto a um povo, só porque tinham uma mentalidade diferente, tinham costumes diferentes.

(…) Hitler não fez isto sozinho, tinha os seus seguidores. Nós conhecemos os locais, mas acho que o mais importante foi conhecermos testemunhos vivos para realmente conhecermos um pouco do que se passou.

Elisa dit que nous avons tous une fonction

Nós, os que participamos no comboio dos 1000, tivemos a oportunidade de contactar com pessoas que sobreviveram ao Holocausto, para elas nos passarem o testemunho, para que nós hoje pudéssemos estar aqui, também para vos divulgar um pouco do que aprendemos e para vos passar o nosso testemunho pessoal(...).

O que mais me marcou não foi ter estado nos campos de concentração; là não conseguimos sentir o que aquelas pessoas sentiram. Com os testemunhos das pessoas que lá estiveram e que sobreviveram (…) nós aprendemos o que realmente foi, o que realmente aconteceu. E no comboio dos 1000, tivemos a oportunidade de contactar com um antifascista português, o Sr. José Pedro, que nos falou da época da ditadura fascista de Salazar e que nos contou como resistiu.

Nós ao entrarmos nesta viagem, ao participarmos no comboio dos 1000, também nos estamos a assumir como jovens anti-fascistas. A nossa função é impedir que situações que aconteceram durante a 2ª guerra mundial voltem a acontecer, com a ajuda destes testemunhos, destas pessoas, do que nós vivemos em Auschwitz.

domingo, 27 de maio de 2012

La pièce de théâtre "Kamp"

Pendant les séances de partage de notre expérience dans le Train des 1000 avec les camarades de l'école, nous ne pouvons nous empêcher de parler de la pièce de théâtre "Kamp", surprenante et merveilleuse par sa capacité à transmettre les atrocités, la barbarie et l'omniprésence de la mort dans le camp d'extermination d'Auschwitz-Birkenau. Après les témoignages des survivants du camp, ce moment est celui qui nous a le plus impressionnées. Il nous a montré l'enfer de la vie qui n'existe plus à Auschwitz. Merci à notre camarade de voyage Lucia Gomes, qui nous a fait découvrir ce reportage.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Nous partageons notre expérience

Nous avons commencé à partager ce que nous avons vu, ce que nous avons appris et ce que nous avons senti à Auschwitz avec les camarades de différentes classes à l'école. C'est important pour nous de transmettre les messages des survivants du camp de concentration et des résistants antifascistes que nous avons rencontrés. Malheureusement, nous ne pouvons pas le faire pour toutes les classes. Alors nous vous invitons à connaître un peu mieux ce passage tragique de l'histoire du XXème siècle demain, vendredi 25 mai, dans une séance à 18h30, salle D7, à l'école. Ce voyage nous a appris que l'homme est capable des atrocités les plus terribles, et tous ensemble, nous devons nous engager dans un futur meilleur et dire : Auschwitz et le fascisme, plus jamais! Merci aux professeurs qui ont accompagné nos camarades et qui ont permis la réalisation de ce partage.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Quel grand voyage!

C'est seulement maintenant, en regardant le plan d'Europe et en cherchant les noms des différentes gares que nous avons vues défiler pendant 30 heures, que nous nous rendons compte de ce très très grand voyage... Grand dans l'espace et dans l'Histoire.